Estatística dos navegadores mais usados
Confira aqui as estatísticas dos navegadores mais usados de Janeiro de 2010 até Janeiro deste ano.
Web versão beta
Confira aqui as estatísticas dos navegadores mais usados de Janeiro de 2010 até Janeiro deste ano.
Ao desenvolver uma página para a Internet, o programador deve ficar atento para um item crucial: a compatibilidade com navegadores. Por vezes, páginas são exibidas maravilhosamente em um navegador X, enquanto em um navegador Y apresentam uma porção de erros, tanto visuais como funcionais. Solucionar isso exige um pouco do empenho do programador, ainda mais quando o navegador em questão é o Internet Explorer.
Isso porque este navegador, em especial, traz mecanismos bastante distintos em suas versões. Sendo assim, uma página exibida corretamente no Internet Explorer 7, não necessariamente aparecerá como deveria na versão 6 deste mesmo navegador. Teoricamente, bastaria abrir em um, depois em outro para averiguar a existência de falhas, porém na prática há um problema: ao instalar a versão 7 do Internet Explorer no Windows, a versão anterior instalada — provavelmente a 6 — é substituída. E agora, José?
O IETester foi criado justamente com o propósito de sanar este problema. Ele é um aplicativo capaz de simular os mecanismos das versões 5.5, 6, 7 e 8 do Internet Explorer simultaneamente. Em uma interface agradável e de fácil uso — idêntica a dos aplicativos do Microsoft Office 2007 — o usuário pode abrir quaisquer páginas, utilizando qualquer um dos mecanismos supracitados para avaliar o comportamento delas em cada uma das situações. Graças ao recurso de abas, podem-se efetuar múltiplos testes simultaneamente e comparar os resultados entre eles.

O programa é relativamente leve e encontra-se traduzido para o nosso idioma. Por estar ainda em fase de desenvolvimento, ele ainda possui algumas limitações funcionais e pequenas falhas, como a não exibição de elementos em flash no mecanismo do Internet Explorer 6.
Confira aqui as estatísticas dos navegadores mais usados de março de 2009 até março deste ano:
Confira também as estatísticas para a internet móvel:
A fabricante do browser Opera, um dos mais utilizados em plataformas de telefonia celular, divulgou nesta segunda, 29, o mais recente levantamento State of the Mobile Web Report, que analisa o perfil de uso da Internet móvel por meio dos browsers Opera em todo o mundo. São cerca de 50,5 milhões de usuários ativos, segundo a empresa, cujo perfil de uso é a base para o levantamento.
Segundo dados coletados pelo browser Opera, no Brasil houve um aumento no tráfego web por meio de celulares de 322,5% entre outubro de 2008 e outubro de 2009. O dado é relevante porque ele inclui não apenas smartphones, mas todos os tipos de handsets que utilizam browser Opera. E plataformas que geram grande tráfego, mas que podem distorcer a estatística, como o iPhone (cuja base de usuários é muito pequena no Brasil) não são contabilizadas, pois o browser Opera não está disponível nessa plataforma.
No Brasil, os sites mais acessados pela plataforma Opera móvel foram google.com, orkut.com, terra.com.br, youtube.com, live.com, my.opera.com, globo.com, twitter.com, uol.com.br e gmail.com, nessa ordem. Em termos de handsets mais populares com browser Opera estão, na ordem constatada, o Sony Ericsson W800, seguido pelos handsets da Nokia modelos 5000d, 5310, 5130, N95, E71, 5610d, 2680s, 3120c, 3600. O levantamento feito pela Opera permite a comparação destes mesmos dados em todos os países. A íntegra está disponível em www.opera.com/smw .
Um dos objetivos do Opera com essa pesquisa é mostrar que a sua plataforma, por compactar o acesso aos dados e processar previamente as páginas exibidas, economiza bits e torna a navegação pela web móvel mais simples para os usuários e amigável às redes das operadoras. A empresa estima que a taxa de compressão seja da ordem de 90%. Sem isso, apenas em fevereiro, cerca de 3 petabytes de tráfego de dados teriam sido trafegados em todo o mundo para acessos à web móvel pelo browser Opera, o que é 164% a mais do que no mesmo mês de 2008.
Um dos principais executivos do Opera virá ao Brasil em maio para participar do 9º Tela Viva Móvel. Trata-se de Charles McCathieNevile, chief standards officer da empresa, que falará sobre a evolução do uso da Internet móvel e o impacto que isso tem provocado sobre o perfil de uso da web como um todo e sobre as operadoras de telefonia celular. O Tela Viva Móvel é o principal evento brasileiro voltado aos novos conteúdos para mobilidade, serviços de valor adicionado e Internet móvel, e é organizado pelas revistas TELETIME e Tela Viva desde 2003. O evento acontece em São Paulo nos dias 19 e 20 de maio. Mais informações pelo site www.telavivamovel.com.br.
Às vezes as coisas não dão certo na primeira vez, nem na terceira. Quem sabe na nona! Pelo menos é isso que a Microsoft espera conseguir com o Internet Explorer 9, que eles anunciaram na feira Mix 2010. Ele tem suporte a HTML5 (com vídeo em HTML5!), renderização acelerada por hardware para imagens e texto, e uma engine de JavaScript totalmente nova.
A Microsoft fez uma demonstração do último build do IE9, a versão final de algo que parece ainda não ter data para ser lançado, e para algo chatinho como um navegador, esse é bem legal. O que há de novo no IE9?

O HTML5 é basicamente o assunto na boca de todo mundo agora, assumindo que “todo mundo” são só desenvolvedores web e viciados em Apple, dizendo que não precisam de Flash. O HTML5 vai salvar a internet! Etc. Mas, na verdade, ele é algo mais sutil que isso: ele é a próxima versão de toda a linguagem que está por trás da web – o HTML – e ele tem suporte a diversas coisas interessantes, que farão os websites se comportarem mais como apps. O Firefox, Safari, Chrome e Opera praticamente deixaram a Microsoft comendo poeira em termos de suporte a HTML5. Até agora! Estas são as funções HTML5 que o IE9 terá, segundo a Microsoft:
Vídeo H.264: Quando as pessoas falam que o HTML5 vai matar o Flash, é disso que elas estão falando. Alguns sites de vídeos, como o YouTube e o Vimeo, vêm experimentando com reprodução de vídeo que não requer um plugin. O H.264 é o formato padrão que os grandes sites decidiram escolher, e agora o Internet Explorer vai suportá-lo.
A desenvolvedora Mozilla colocou no ar uma página que mostra mudanças na interface do que será a versão 4.0 do navegador Firefox.
Dois modelos principais são apresentados. Um deles mostra abas abaixo e outro tem as abas acima da barra de endereços. Estas últimas aparentam ser mais agradáveis e mais ‘limpas’, economizando espaço, porém, eliminando a barra de título.
O site colaborativo da Mozilla ainda demonstra uma ideia que combina as funcionalidades dos botões “ir, “atualizar” e “parar” em um só botão de acordo com o contexto.
As mudanças apresentadas no Firefox 4.0 têm o objetivo de reduzir a complexidade da interface de usuário no navegador, aumentar o espaço da página e facilitar a integração natural com o sistema operacional Windows, da Microsoft.
Programadores de páginas de Internet bem conhecem os problemas que envolvem o desenvolvimento de websites. Um dos maiores deles é, sem sombra de dúvidas, a compatibilidade do site com os diversos navegadores disponíveis no mercado atualmente.
Apesar de apenas 4 deles serem realmente importantes — Internet Explorer, Firefox, Opera e Safari —, o ideal é que o site funcione perfeitamente em todos os navegadores disponíveis no mercado. É evidente que as chances disso acontecer num site de grande porte são mínimas, entretanto, é papel do desenvolvedor conseguir a maior compatibilidade possível.
Porém, navegar em diversos softwares diferentes pode causar uma perda de tempo enorme, além de causar riscos de incompatibilidade entre dois navegadores instalados no mesmo computador. É por isso que surgiu browsershots, uma comunidade Web 2.0 — site com o conteúdo totalmente criado por usuários — para troca de informações quanto a problemas nos sites em quase 20 navegadores diferentes.
Os usuários podem consultar o banco de dados por endereço, e podem também aperfeiçoá-lo, inserindo mais imagens criadas por eles. Assim, o desenvolvedor consulta o banco de dados e verifica os navegadores em que seu site sofre alguma alteração, podendo consertar o código.